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 Auto-hemoterapia: esperança polêmica

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MensagemAssunto: Auto-hemoterapia: esperança polêmica    Qua Out 13, 2010 4:12 pm

O próprio sangue usado como remédio. Esse é o princípio da auto-hemoterapia (auto-hemo) uma técnica que vem se difundindo e ao mesmo tempo sendo combatida em todo o país.

O método consiste na retirada do sangue da veia e imediata aplicação em algum músculo do corpo, geralmente braços ou nádegas. Segundo os defensores é possível tratar doenças infecciosas, como acne, hepatite, pneumonia, toxoplasmose; doenças alérgicas como asma, bronquite, alergias; doenças auto imunes como artrite, esclerose; gangrenas, corpos estranhos miomas e até câncer.

Um dos principais nomes da auto-hemoterapia é o médico Luiz Moura, que aplicou-a com bons resultados na Casa de Saúde São José no Rio de Janeiro entre os anos de 1943 e 1947. A principal forma de propagação da técnica foi um vídeo com uma entrevista de 2 horas e meia onde o médico explica como funciona e comenta os benefícios da auto-hemoterapia.

Hoje há cópias na íntegra pela internet. “É uma técnica simples que fortalece a imunidade”, diz ele.

Conforme Moura, o sangue injetado é visto como um corpo estranho ao organismo, o que acelera a produção de macrófagos, ou anticorpos. “A taxa normal de macrófagos no organismo é de 5%, com a auto-hemoterapia, cresce para 22%. Essa elevação se mantém pelo período em que o sangue está no músculo, o que dura cerca de cinco dias”, explica.

Na seqüência ele relata muitas experiências bem sucedidas e admite que a técnica ainda não é reconhecida pela medicina convencional. “Mas deveria ser divulgada, pesquisada e utilizada.

É um método muito barato que poderia ser usado em regiões sem recursos, onde as pessoas não têm condições de pagar medicamentos caríssimos, que produzem o mesmo efeito da auto-hemoterapia”. No vídeo ele chega a relatar casos de melhora signficativa para doenças graves, inclusive a Aids.

Na prática

Em Laranjeiras do Sul Marileide Veronese conta ter comprovado os benefícios da técnica. “Eu fiz auto-hemoterapia e não me envergonho disso. Foi o que me salvou”, diz ela. Marileide passou por momentos difíceis em 2007, tinha insônia e tomava antidepressivos.

“Depois da segunda aplicação abandonei os remédios para dormir. Hoje tenho disposição, tenho vontade para fazer as coisas. Minha vida melhorou muito”, comentou. Ela chegou à técnica através da mãe, Nely. “Fiz 30 aplicações e achei incrível o 'sumiço' das varicoses. Eu tinha horário no médico para retirá-las e não foi mais necessário”, conta.

Para João*, um dos principais motivos que levam a medicina a não aceitar a auto-hemo é a questão econômica. “A aplicação é muito barata e trás diversos benefícios, já vi muita gente tratar doenças sérias e ter bons resultados. Se fosse liberada, evitaria muitos custos que existem hoje”, comentou. Mas ele faz um alerta.

A empresária Maria Gelci Rambo de Carvalho também utilizou o método. “Eu sentia muitas dores. Tinha muitos problemas e a auto-hemo me ajudou a superar. Depois de algumas aplicações as dores sumiram”, disse ela, que conhece outras pessoas que fizeram as aplicações.

“Eu vi gente que definhava de câncer recuperar a vitalidade e ganhar mais qualidade de vida”, conta. “É claro que as pessoas não devem abandonar seus tratamentos médicos, mas é uma terapia complementar”, conta.


Desde 1911

A auto-hemoterapia na França, em 1911, introduzida pelo médico Francois Ravout como proposta para tratar febre tifóide. Em 1938, numa tentativa de encontrar um tratamento eficaz para infecção ela voltou a ser empregada.

Nessa época os antibióticos ainda não estavam disponíveis, e isso levou o médico francês Gaston de Lyon a propor injetar sangue da própria pessoa no membro afetado para evitar amputação.

O tratamento gerou alguns resultados, motivo pelo qual se popularizou na Europa até a década de 50. Depois, foi perdendo o seu apelo, com a introdução de novas drogas antimicrobianas.



Fonte: http://keroagua.blogspot.com/2009/07/auto-hemoterapia-esperanca-polemica.html
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